Toffoli deixou a relatoria em meio a questionamentos e suspeitas de gravação indevida durante uma reunião reservada no STF. O episódio gerou forte repercussão institucional e política. Na sequência, André Mendonça foi sorteado como novo relator e já se reuniu com delegados da Polícia Federal para entender os detalhes da investigação.
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| Reprodução: Pedro França / Banco de imagens da Câmara dos Deputados |
Clima tenso e repercussão nacional
O caso ganhou grande destaque após vazamentos de trechos da reunião, críticas à atuação da PF e reações no Congresso. O tema dominou os principais portais do país, como G1, UOL, CNN Brasil, Folha de S.Paulo e BBC News Brasil. Com troca de relatoria, tensão institucional e impacto político, o Caso Banco Master segue como um dos temas mais sensíveis do momento no STF.
Por que a troca de relator é tão sensível?
A troca de relatoria no Caso Banco Master é considerada sensível não apenas pelo contexto jurídico, mas pelo timing político. Toffoli é visto como um ministro com perfil mais articulado politicamente, enquanto André Mendonça, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, assume com a missão de conduzir um processo que já nasceu cercado de controvérsias.
Além disso, a reunião de Mendonça com a PF logo nos primeiros dias como relator indica a urgência em dar encaminhamento ao caso, que envolve supostas irregularidades e gravações que teriam ocorrido dentro do próprio STF — um fato inédito na história recente da Corte.
O que esperar do Caso Banco Master no STF?
Com troca de relatoria, tensão institucional e impacto político, o Caso Banco Master segue como um dos temas mais sensíveis do momento no STF. A expectativa é que novos desdobramentos surjam nas próximas semanas, especialmente após as audiências e depoimentos que devem ser conduzidos por André Mendonça
